Proposta do Governo Municipal de ampliar o auxílio emergencial é aprovada pela Câmara

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18/02/2021 às 13:24  | última atualização em 18/02/2021 às 17:59



Em meio à pandemia da Covid-19, que já dura cerca de um ano, uma notícia esperada pelas famílias nova-limenses, que vivem em situação de vulnerabilidade, traz a garantia da manutenção e ampliação do auxílio emergencial em Nova Lima. Na última terça-feira (17/2), a Câmara Municipal aprovou, por unanimidade, o projeto de lei, elaborado pela Administração Municipal, que propõe o aumento do valor e a ampliação das parcelas do benefício, além da inclusão de aproximadamente 280 famílias no auxílio. 

Com a aprovação da proposta, que também passou pela análise do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), serão pagas seis parcelas mensais de R$ 400,00 a até 3 mil famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social no município e passam por um momento de insegurança para manter uma renda mensal fixa que garanta a compra de itens básicos, como de alimentação e higiene.

O aumento será feito considerando o benefício que foi pago anteriormente pela Prefeitura em três parcelas de R$ 200,00, nos meses de dezembro de 2020 e janeiro e fevereiro de 2021, quando foram beneficiadas cerca de 2,5 mil famílias. Agora, o projeto segue para sanção do Executivo, que já trabalha para contratação da empresa que executará os pagamentos.


MAIS DE 6,7 MILHÕES INJETADOS NA ECONOMIA LOCAL 
Assim como ocorreu no ano passado, o recurso será pago por meio de um cartão corporativo sem taxas bancárias e feito em uma parceria entre o Governo Municipal e uma instituição financeira. 

O valor disponível será carregado, automaticamente, durante os seis meses, e poderá ser utilizado para compras em estabelecimentos comerciais da cidade credenciados pela Prefeitura, que vendem itens essenciais. Com isso, a expectativa é de que sejam injetados na economia local mais de R$ 6,7 milhões.

INCLUÍDOS NO CADÚNICO SERÁO CONTEMPLADOS
Receberão o auxílio emergencial municipal as famílias e indivíduos que residam no município e vivam em situação de vulnerabilidade social. Dentre as regras, essas pessoas devem possuir renda per capita igual ou menor que meio salário mínimo, estar regularmente inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CAD Único) e não serem beneficiárias do Programa Vida Nova.

Caso a família  atenda aos critérios estabelecidos e ainda não esteja incluída no CAD Único, deverá procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de sua região, que avaliará a possibilidade de inclusão do beneficiário. 


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